Calculadora de IMC
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Tabela para Classificação - Adultos
IMC Classificação
abaixo de 20 Abaixo do Peso
20 a 25 Peso Ideal
25 a 30 Sobrepeso
30 a 35 Obesidade Moderada
35 a 40 Obesidade Severa
40 a 50 Obesidade Mórbida
acima de 50 Super Obesidade
ASBS = American Society for Bariatric Surgery
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Antioxidantes Naturais
Eles ajudam a combater os radicais livres liberados pela prática da atividade física e evitam o envelhecimento precoce
Por Maurício Belfante
Para quem quer envelhecer mais lentamente, a melhor maneira é se livrando dos radicais livres com a ajuda dos antioxidantes. Com isso, aquele rosto jovial, da maneira que você sempre sonhou, pode ficar ainda mais próximo.
O antioxidante é um grande redutor de radicais livres, substâncias criadas pelo oxigênio a cada momento que a respiração ocorre. E para acabar com esses elementos, o antioxidante pega um radical do oxigênio e desfaz o que não é bem aproveitado pelo organismo.
Radical livre na corrida
A presença do radical livre é constante no nosso dia-a-dia e não pode ser evitada. Mas durante a corrida o aumento dele é significativo, como explica Priscila di Ciero, nutricionista esportiva.
“Quanto mais se corre, mais há a presença de radicais livres no corpo, pois a respiração está forte e a criação dele está a todo vapor. O aumento da frequência cardíaca e do pulmão são os sintomas da criação do radical livre”, diz Priscila.
Antioxidante e o envelhecimento precoce
Como já foi dito, o antioxidante ajuda a combater o envelhecimento precoce. Ana Paula de Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé, analisa.
“O excesso de radicais livres causam o envelhecimento precoce. Se ele for combatido com a ajuda dos antioxidantes, nosso organismo não irá acumulá-lo, trazendo vários benefícios além de retardar o envelhecimento, como o combate de doenças”, explica.
Alimentos com antioxidante
Existem vários alimentos que são ricos em antioxidante, principalmente aqueles que reservam grandes quantidades de vitamina C, como frutas, vegetais e legumes.
“A principal fonte de vitamina C é a acerola, que pode ser consumida pelo suco, ou até mesmo ingerindo a fruta, sempre antes de correr. O mamão, vegetais verdes e escuros e castanha do Pará também são indicados”, diz Ana Paula, que ainda completa.
“As cápsulas de suplemento devem ser ingeridas após o treinamento, com a diminuição da frequência cardíaca. O açaí também é uma fonte de antioxidantes, mas pelo excesso de gordura encontrada na fruta, aconselha-se usufruí-lo após o treinamento, como a cápsula”.
Suco de laranja
Conhecido popularmente como a principal fonte de vitamina C, o suco de laranja não é recomendado para repor os antioxidantes, como explica Ana Paula.
“O suco de laranja não é recomendado pois não tem carga suficiente de vitaminas para ser um antioxidante. Além disso, a terra, a colheita, tudo influencia na fruta, que pode perder muita vitamina até seu processo de comercialização e preparo”.
Suplementos
Os suplementos têm a mesma função que os antioxidantes naturais, que é de acabar com os radicais livres. Não há diferença entre eles, apenas no consumo de uma quantidade específica.
“O suplemento e o antioxidante natural não tem nenhuma diferença. O único ponto a favor é para o suplemento, que pode ser ingerido com uma quantidade de vitamina já estabelecida. Já a os alimentos orgânicos podem ser afetados por causa do seu preparo e não ter a quantidade exigida pelo seu corpo”, finaliza Priscila.
Verão e Boa Forma com saúde
É tempo de calor e com as altas temperaturas, todos querem alcançar a boa forma. Na busca de um corpo saudável, intensifica-se a prática da atividade física, aumenta-se o consumo de frutas e saladas ricas em fibras e o corpo pede água. A nutrição direcionada à estética, vem dar uma mãozinha para que se consiga reduzir gorduras localizadas, o peso, e ainda proporcionar melhorara no humor, no aspecto da pele, cabelos e a da sempre presente celulite. Tudo isso através de uma alimentação equilibrada, atividade física regular , podendo também ter como aliada à fitoterapia, que tem um grande impacto no alcance desses objetivos.
Quando falamos em equilíbrio na alimentação, não podemos esquecer que independente dos objetivos de cada pessoa, cada um é único e tem necessidades diferentes. Embora tenhamos necessidades singulares, a saúde geral de um indivíduo, diz respeito não apenas ao que ele deseja para si, como, por exemplo ,a ausência de doenças, mas o que chamamos de saúde positiva. Esta saúde positiva diz respeito ao bem estar físico, mental e a uma nutrição celular adequada que se refletirá em nosso corpo quando houver um equilíbrio constante.
Vislumbrar destes benefícios, é tão simples como consumir um arroz e feijão. Isso mesmo! Arroz , feijão, saladas, frutas é priorizar uma alimentação com alimentos mais naturais, e que nos trará saúde e bem estar.
Você que tem celulite, gordurinhas localizadas, costuma estar sempre estressada, já parou para pensar a como é a sua alimentação diária? Quando foi a ultima vez que consumiu arroz e feijão em vez de massas? Acredita que consumir apenas carnes e saladas é o mais saudável? O consumo de refrigerantes em vez de sucos é só nos fins de semana? E as frituras, são muito freqüentes na sua semana assim como comidas prontas? Será que a sua semana não é fim de semana diário com alimentos ricos em molhos, pizza, doces, industrializados que deveriam estar presentes só aos Sábados e Domingos? Se as suas respostas forem menos assertivas, a sua saúde pode estar negativa, mas a boa notícia é que isso pode mudar.
Agora no verão é uma boa época para melhorar os hábitos alimentares, pois seu apetite estará menor e a sua disposição maior. Vamos tentar então?
Veja o que bons hábitos podem fazer por você:
Os bons hábitos alimentares equilibram o seu corpo te deixando mais saudável e disposto, evitando doenças e gorduras indesejadas, te deixando mais feliz.
Consumir alimentos mais naturais , tem uma função não só estética. A estética é apenas um reflexo dos processos que ocorrem dentro de você. Os nutrientes contidos nos alimentos naturais (ex: o cálcio do brócolis), tem a mesma freqüência da vibração das nossas células e age em sinergismo com o alimento, sendo inteiramente utilizados pelo organismo, diferentemente de um alimento não natural que tem aproveitamento abaixo de 60% por ter uma freqüência de vibração diferente das células. Por isso, é importante que haja um maior consumo de alimentos naturais, e estar emocionalmente bem para que não haja mudança na freqüência de vibração das células. Estes elementos em equilíbrio efetivam os processos bioquímicos no nosso corpo promovendo saúde positiva.
A nutrição celular ideal, deve ser ainda, regada a muita água, especialmente nesses dias de clima quente. Quando suamos demais, perdemos além de água, minerais como potássio, zinco e vitaminas hidrossolúveis como a C e do complexo B. Para a reposição desses nutrientes e proporcionar vitalidade aos nossos órgãos e tecidos, devemos incluir em nossa dieta alimentos como: grãos integrais, ostras, carnes (ricos em zinco e ferro), batata, tomate e banana (ricos em potássio), cereais integrais, legumes, carnes vermelhas e brancas(ricos em complexo B), frutas cítricas e vegetais verde-escuros (ricos em vitaminas A,C e cálcio).
É importante também, introduzir óleos vegetais como o azeite de oliva, óleo de linhaça que são antiinflamatórios e auxiliam na redução da celulite e podem ser utilizados no lugar de margarinas em pães ou nas saladas, juntamente com gergelim torrado que além de ser é rico em cálcio é saboroso e auxilia no controle do peso .
Os sucos também contribuem neste processo. O de abacaxi com ervas (hortelã), é diurético e reduz a sensação de inchaço; já o mamão por ter grande quantidade de betacaroteno, tem função de renovação celular e acentua o bronzeado da pele . outro ítem que pode ser evidenciado é o de se acrescentar canela em pó à fruta que potencializa a queima de gordura, pois a canela tem um efeito termogênico. E também potencializa a ação da insulina nas células, trazendo benefícios aos diabéticos.
Além dos alimentos naturais, outros aliados à nossa saúde física e mental , são as ervas, que auxiliam na redução de sintomas de mal estar como dores de cabeça, estômago, flatulência, inchaço corporal, melhoram o trânsito intestinal , reduzem gordura corporal, celulite, colesterol , a ansiedade, depressão e são calmantes e digestivos, entre outros benefícios. As ervas e ou alimentos, podem ser utilizados conforme a sua indicação, visto que, deve-se ter alguns cuidados na sua utilização. A canela por exemplo, não deve ser consumida por gestantes, o gergelim e outras sementes não devem ser consumido por pessoas que tenham diverticulite. Procure sempre a orientação de um profissional nutricionista.
Algumas dicas para melhorar os hábitos alimentares:
Quando for almoçar fora de casa, prefira restaurante self-service, pois terá maior variedade de escolhas de saladas e alimentos grelhados e assados;
Não deixe de consumir o tradicional Arroz e Feijão de Segunda à Sexta-feira, deixando para o fim de semana os pratos mais calóricos;
Procure consumir alimentos a cada 3horas para auxiliar no aumento do seu metabolismo e promoção de vitaminas e minerais, tendo como meta o lanche da manhã das 10:00 sempre uma fruta;
Se você não é fã de saladas, tente picá-los miudinhos e consumi-los junto com outros alimentos da sua preferência para mascarar o sabor, com o tempo se acostuma com os sabores e estes passam a fazer parte do seu cardápio diário;
Nesta estação mais quente, procure exercitar-se ao ar livre no inicio da manhã ou fim de tarde conforme o seu bio-ritmo ,pelo menos por 3 vezes na semana;
Evite consumir mais de 1 copo de líquido durante as refeições para não aumentar o volume e assim, o tamanho do estômago;
Para reduzir gorduras da região abdominal evite o excesso de doces, bebidas alcoólicas e utilize fitoterápicos para redução de gorduras localizada, fale com a sua nutricionista.
Nutricionista : Ana Paula de Souza CRN 2556
Professora de Educadora física UEM
Especialista em Fisiologia Humana UEM
Especializando em Nutrição Funcional Necpar
Especializando em Fitoterapia Ibracin
Seja Feliz!
As emoções como insegurança, medo e ansiedade fazem parte do nosso dia-a-dia e levam, silenciosamente, ao desequilíbrio bioquímico do Sistema Nervoso Central.
Por isso, PARE, REFLITA E ADOTE METAS PESSOAIS RELAXANTES!!
Ofereça o que seu CORPO e seu CÉREBRO precisam e despreze o desnecessário.
São várias as pesquisas científicas que vem demonstrando a estreita relação entre o equilíbrio de nutrientes e as complexas reações cerebrais. Alguns alimentos fornecem nutrientes importantes que participam da produção dos neurotransmissores, mensageiros químicos que favorecem a comunicação entre as células do Sistema Nervoso. Trés desses neurotransmissores estão diretamente relacionados ao humor: a serotonina, a dopamina e a noradrenalina.
A serotonina é uma substáncia sedativa e calmante. é também conhecida como a substáncia mágica que melhora o humor de um modo geral, principalmente em pessoas com depressão.
Já, a dopamina e a noradrenalina proporcionam energia e disposição.
Os níveis cerebrais de serotonina são dependentes da ingestão de alimentos fontes do aminoãcido triptofano e de carboidratos.
A ingestão de carboidratos complexos leva ao aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na "limpeza" dos aminoácidos circulantes no sangue e facilitam a passagem do triptofano para o cérebro.
O triptofano, uma vez no cérebro, induz á produção de serotonina que reduz a sensação de dor, relaxa e até induz e melhora o sono.
Uma alimentação pobre em carboidratos, assim como uma alimentação com excesso de proteínas, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão. O caminho é o equilíbrio!
Coloque porçóes de Bom Humor no seu prato!
Fontes de Triptofano: leite e iogurte desnatados, queijos brancos e magros, carnes magras, peixes, nozes, banana, arroz, batata, feijão, lentilha, castanhas, abacate, soja e derivados.
Fontes de Carboidratos: pães e cereais integrais, biscoitos integrais, massas integrais, arroz integral e selvagem, legumes, frutas e mel.
Depressão e Alimentação
A palavra depressão é utilizada casualmente nas conversas do dia a dia, por muitas pessoas.Porém, depressão é uma doença que merece muita atenção e muitos cuidados. Ela pode ocorrer em qualquer pessoa. É estimado que 15% da população, terá, pelo menos, um momento de depressão durante a vida.
Ás vezes, a depressão é gerada por um episódio emocional grave, como divórcio, morte de entes queridos, ou pode aparecer aparentemente por nada. Ela pode ocorrer, também, durante as fases de mudanças da vida, como adolescência, terceira idade, etc. Pesquisas mostram que as pessoas idosas tem quatro vezes mais chance de entrar em depressão.
Alguns estudiosos acreditam que a alimentação tem uma participação importante para evitar a depressão. Aqui, colocamos algumas dicas do departamento de psicologia da Universidade de South Alabama, nos Estados Unidos.
Diminuição da ingestão de açúcares
Evite cafeína
Prefira alimentos que contenham baixos teores de gordura (Um estudo feito durante 5 anos nos Estados Unidos, mostrou que homens e mulheres que seguiram um dieta de 20 a 30% de calorias relacionadas á gordura, apresentaram não só uma diminuição de colesterol, como também uma diminuição da depressão).
Alimente sua cabeça: complexo vitamínico B é importante para aqueles que querem se manter física e emocionalmente mais saudáveis. Deficiência de Tiamina pode gerar medo, confusão e alteração de humor. Deficiência de ácido fólico também pode causar depressão. A vitamina B6 é importante para produção do hormônio serotonina, o qual tem grande participação na regulação do humor. Muitas drogas que incluem o estrôgeno podem interferir na absorção de vitamina B6. Por isso algumas mulheres podem se sentir deprimidas após o uso de contraceptivos orais.
www.planetasaude.com.br
Os cuidados com a alimentação é essencial para o tratamento da depressão, entretanto, deve-se levar em conta a individualidade e a alimetação atual do paciente. Procure a orientação de um especialista em Nutrição.
Fitoestrôgenos: uma nova opção para a reposição hormonal
Atualmente, fatores alimentares são considerados como meios de diminuir o risco de doenças comuns na população ocidental como por exemplo o câncer de mama, próstata, endométrio e vários outros.
Além de vitaminas e minerais, alguns compostos biologicamente ativos, chamados fitoquímicos, tem sido identificados em plantas comestíveis e podem ser responsáveis pela redução dos riscos de desenvolvimento de uma dessas doenças.
Um dos fitoquímicos mais estudados atualmente é o fitoestrêgeno, especialmente como uma forma alternativa para a terapia de reposição hormonal durante a menopausa.
Os fitoestrêgenos são substâncias ambientais naturais (produzidas pelas plantas), que apresentam uma estrutura química diferente dos estrôgenos, mas que atuam da mesma maneira.
São encontrados principalmente em leguminosas como: Soja, feijões, grãos e brotos.
Como foi descoberto?
Cientistas e pesquisadores de todo o mundo, intrigados pelas baixas taxas de câncer de mama e próstata nas populações asiáticas, analisaram os fatores diferenciadores desta raça.
Depois de vários estudos descobriu-se que a dieta dos orientais contém um alto nível de fitoestrôgenos, (sobretudo proveniente soja), o que poderia influenciar na menor prevalência de câncer e na facilidade com que as mulheres asiáticas convivem com a menopausa.
Auxiliar contra os sintomas da menopausa:
Uma das pesquisas sobre os efeitos dos fitoestrôgenos em mulheres que já passaram pela menopausa foi apresentado no "Segundo Simpósio Internacional sobre o papel da soja na prevenção e tratamento de doenças crônicas" realizado em setembro de 1996.
Este estudo consistiu em dar uma dieta rica em soja a 52 australianas que estariam passando pela fase da menopausa. Para conferir os efeitos os pesquisadores trabalharam com uma população controle, ou seja, um grupo de mulheres no mesmo período da vida que recebeu uma dieta rica em trigo (baixo nível de fitoestrôgenos)
As mulheres com alto consumo de fitoestrôgenos tiveram maior quantidade de urina e mostraram uma melhora na citologia vaginal, além de um aumento no conteúdo mineral de ossos e uma redução na frequência de ondas de calor.
Foi demonstrado que os fitoestrôgenos melhoram alguns sintomas da menopausa, e isso despertou o interesse de vários laboratórios farmacêuticos que trabalharão na fabricação de pílulas para tratar estes sintomas.
"Todas as pessoas com problemas menopáusicos podem tomar fitofârmacos porque não contém contra-indicação, não são tóxicos nem produzem dependência" afirma Alexander MacGuire, Diretor Executivo da Fundação Reinaldo Knop em Santiago do Chile.
A dose recomendada é entre 1 e 2 comprimidos de 40 mg ao dia. Entretanto pode variar dependendo das características de cada mulher. "Isto é equivalente a comer de 3 a 4 pratos de feijão por dia", explica Macguire.
Prevenção ao Câncer de Mama:
Ao mesmo tempo, no Uruguai, país que está em sexto lugar em incidência de câncer de mama a nível mundial e o primeiro na América Latina, foi feito um estudo epidemiológico sobre os fatores de risco para o desenvolvimento de tumores na mama.
Entre maio de 1994 e dezembro de 1997, constatou-se que a elevada ingestão de alimentos ricos em fitoestrôgenos reduzia significativamente o risco desse tipo de câncer.
Tem se observado que altas concentrações de estrôgenos, utilizados para a reposição hormonal pós-menopausa, estão relacionadas com o câncer na mulher. A ação dos fitoestrôgenos poderia prevenir a aparição e o desenvolvimento desta doença. Isso, porque eles unem-se competitivamente aos receptores de estrôgenos nas células cancerosas da mama, o que pode inibir o crescimento e a proliferação das células cancerosas hormônio-dependentes.
Contra - Indicações:
Segundo um estudo realizado no Chile, pelo endocrinologista Hernan Garcia - do Instituto de Investigação Materno Infantil da Faculdade de Medicina da Universidade do Chile - mesmo se os fitoestrôgenos são benéficos para os adultos, seus efeitos sobre a saúde infantil não foram aclarados totalmente.
"Existem evidências epidemiológicas e clínicas de que, ao atuar como estrôgenos debi?is poderiam adiantar a puberdade e o desenvolvimento de mamas nas meninas antes dos 7 ou 8 anos e a ginecomastia, que é o desenvolvimento de tecido mamário palpável nos meninos". Explica o especialista.
Fonte Consutada:
Alexander MacGuire, Diretor Executivo da Fundação Reinaldo Knop em Santiago do Chile.
Jornalista: María Paz Subercasaaux - AreaSalud - Chile
Probióticos x Prebióticos
Os probióticos são suplementos dietéticos contendo bactérias e leveduras
potencialmente benéficas à saúde.
Culturas de bactérias probióticas visam auxiliar a flora natural do corpo dentro
do trato digestivo. Muitos probióicos estão presentes em fontes naturais como
os lactobacilos do iogurte. Há alegações que os probióticos possam fortalecer o
sistema imunológico.Não há evidência publicada que os suplementos probióticos sejam capazes de substituir a flora natural do corpo quando essa for aniquilada devido a causas variadas. Porém, há evidência que os probióticos podem auxiliar o corpo nas mesmas funções da flora natural, ao mesmo tempo em que permite que essa se recupere. Entretanto, se as condições que causaram o aniquilamento da flora natural persistirem, os benefícios dos suplementos probióticos terá vida curta.
A manutenção de uma flora intestinal saudável não apenas ajuda a digestão e fortalece o sistema imunológico, como também previne constipação, reduz insônia e acredita-se que possa ter impacto benéfico em doenças relacionadas ao
estresse. A melhora na função intestinal também pode ajudar a reduzir o risco de
câncer colorretal.
Os prebióticos são substâncias naturais ou sintéticas que suportam ou nutrem o crescimento dos probióticos ou, mais genericamente, de bactérias intestinais benficas como a bifidobacteria. A maioria dos prebioticos são oligosacarídeos, que geralmente são incapazes de serem digeridos pela digestão superior (da boca até o duodeno). Tendo passado pelo cólon mais ou menos sem alterações, eles são capazes de auxiliar o crescimento de bactérias benéficas.
Bióloga: Danielly Mesquita
Disturbios Alimentares
Atualmente já se descreve o que poderia ser chamado de comportamento de risco para desenvolver um distúrbio alimentar. Em geral, os pacientes bulémicos ou anoréticos, muito antes da doença estabelecida, já apresentavam alguma alteração emocional e do comportamento.
Emocionalmente esses pacientes de risco apresentavam alguma crítica constante a alguma parte do corpo, insatisfação com o peso, enfim, alguma alteração na percepção corporal (Dismorfia) com diminuição gradativa de suas atividades sociais. Comportamentalmente, apresentavam hábito de fazer dieta mesmo quando o peso estava proporcional é estatura e, mesmo ao perderem peso, continuavam com a dieta (Fisher, 1995). é importante lembrar que todas essas modalidades de comportamento são de avaliação muito difícil quando se trata de adolescente, visto que nessa faixa etária, o isolamento, os problemas de relacionamento, a preocupação e vergonha com o corpo, a distorção da auto-imagem, aumento do apetite, modismos alimentares, etc., são característicos e esperados, fazendo parte da chamada Síndrome da Adolescéncia Normal (Referéncia).
Na psiquiatria, diferentemente do que acontece na obstetrícia, onde a pessoa ou está ou não está grávida, podemos encontrar alterações em graus variados. é como se a pessoa pudesse estar muito grávida ou pouco grávida. E assim acontece com as alterações da auto-imagem corporal.
Sabemos que para se desenvolver a Anorexia Nervosa e a Bulimia é necessário que o paciente experimente antes a Dismorfia Corporal. A característica essencial da a Dismorfia Corporal (Transtorno Dismórfico Corporal pela CID.10 e DISM.IV ou, historicamente, Dismorfofobia) é uma preocupação com algum aspecto na aparéncia, sendo este aspecto obsessivamente imaginado ou, se realmente houver algo presente, a preocupação sobre isso é acentuadamente excessiva e desproporcional. Essa preocupação exagerada causa sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento sócio-ocupacional.
Mas, como vimos antes, sendo a psiquiatria uma área caracteristicamente pautada em graus de variações em suas alterações, a Dismorfia Corporal pode ser leve, moderada e grave. Para alterações na Conduta Alimentar é necessário que a pessoa tenha uma auto-imagem alterada quantitativamente ou qualitativamente. Pode estar se achando muito gorda, quando na realidade seria apenas cheinha, pode estar se vendo apenas gorda, quando na realidade é normal ou até magra, enfim, pode estar se vendo (e sentindo) distante de algum padrão ideal de configuração.
Sinais de alerta
Atualmente já se descreve o que poderia ser chamado de "comportamento de risco" para desenvolver um distúrbio alimentar. Em geral, os pacientes bulémicos ou anoréticos, muito antes da doença estabelecida, já apresentavam alguma alteração do comportamento: hábito de fazer dieta mesmo quando o peso é proporcional a estatura, crítica constante a alguma parte do corpo, e insatisfação, mesmo ao perderem peso, com diminuição gradativa de suas atividades sociais.
É importante lembrar que todas essas modalidades de comportamento são de avaliação muito difícil quando se trata de adolescente, visto que nessa faixa etária, isolamento, problemas de relacionamento, preocupação com o corpo, distorção da auto-imagem, aumento do apetite, modismos alimentares, etc., são característicos e esperados, fazendo parte da chamada "Síndrome da adolescéncia normal".
No que diz respeito á imagem corporal e propensão aos Transtornos Alimentares, numerosas investigações tém documentado o importantíssimo papel da auto-avaliação e da insatisfação da pessoa sobre sua imagem corporal (Cooper et al, 1997). Os estudos indicam também que as alterações da imagem corporal podem ser a causa de problemas emocionais importantes na adolescéncia e início da juventude (Cash et al, 1989), podendo atuar como um fator de risco predisponente, precipitante ou mantenedor dos Transtornos da Conduta Alimentar.
Veja artigo de Farias NMF, Alves AMP, Morishita R, Farias MA, Vitalle MS, Gouveia GR, Fisberg M, Wehba J, Medeiros EHGR.
Referéncias:
Ballone GJ - Transtornos Alimentares em Adolescentes - in. PsiqWeb, Internet, disponível em
O poder da mastigação
Comer sem pressa, conforme a sabedoria oriental e os especialistas ocidentais, pode ser o caminho para a magreza constante.
Além de prejudicar a digestão, engolir a comida sem mastigar direito também pode agravar o problema para os que já apresentam tendência a engordar. O que a princípio depende do que se come. A mastigação lenta permite que as enzimas digestivas tenham mais tempo para metabolizar os alimentos. Será então preciso discernir entre alimentos pouco calóricos e hipercalóricos. No segundo caso, eles também serão mais bem absorvidos. E a resposta aparecerá na balança.
Comer depois que o sol se põe, e depois , para quem tem tendência a engordar por apresentar um defeito genético , ocorre a produção em seu estômago, pâncreas, fígado e parte do intestino delgado de uma pequena molécula que ativa um neuropeptídeo chama Y (NPY). No cérebro, este neuropeptídeo inibe a liberação do hormônio de crescimento. Isso é importante porque, em adultos que já completaram o crescimento, este hormônio tem outras funções, entre elas a de agir como neurohormônio que atua no metabolismo durante o sono. Então, quanto maior a ativação de NPY, maior a vontade de comer doces á noite e menor a liberação de hormônio de crescimento. Consequentemente, também é menor a termogênese noturna, ou seja a capacidade de o organismo queimar calorias para funcionar em repouso. Com isso, todas as calorias que lhe sobraram do metabolismo diário passam a se incorporar aos tecidos. E o obeso engorda dormindo.
Quem come devagar não repete o prato
É bom lembrar que mastigar mal ou não mastigar o que se come também ativa o NPY. A saliva é bem mais do que um mero lubrificante para fazer descer os alimentos pelo tubo digestivo. A mastigação é a primeira fase da digestão, a trituração mecânica dos alimentos, em que eles recebem uma carga de digestivos pela saliva. O processo é fundamental também por um motivo obvio: quanto mais tempo leva a mastigação, mais tempo terá o alimento a gotejar liquefeito no estômago. Isso dá tempo ao cperebro de receber o estímulo e enviar sua mensagem de saciedade - o que leva um mínimo de 15 minutos. Quem come devagar também quase nunca passa do primeiro prato, dificilmente repete.
Uma dica prática para se forçar a comer devagar é descansar os talheres enquanto se está mastigando.
Cerveja dá barriga?
A cerveja é uma bebida fermentada que, quando consumida em excesso, leva à formação de gases com conseqüente distensão abdominal, dando origem à famosa, deselegante, protuberante e odiada "barriguinha".
Apesar de ser uma bebida com baixo teor alcoólico -- 1 latinha de cerveja tem em média 6% de álcool e por volta de 130 calorias é a bebida eleita pelo brasileiro que por sua vez acaba exagerando na dose e consumindo além da conta.
Uma cervejinha não tira ninguém da linha mas sem dúvida, não há abdómen que resista à elegância.
Principalmente quando acompanhada pelos engordurados e "engordativos" petiscos (salaminho, provolone, pastéizinhos, croquetes, amendoins, pistaches, castanhas e outros).
Em contrapartida, tomar cerveja de estômago vazio provoca hipoglicemia (baixas taxas de açúcar no sangue) com sintomas de palidez, tontura, fraqueza e mal estar geral.
Extrapolar no consumo da cervejinha, ou qualquer outra bebida alcoólica, leva nosso corpo a buscar e priorizar mecanismos de desintoxicação para a eliminação do etanol (álcool) com conseqüente prejuízo no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. Esse desvio no metabolismo proporciona o acúmulo de energia sob a forma de gordura corporal (barriguinha, barrigona, pneuzinhos e todas as formas de "gordurinhas").
Cada grama de álcool fornece 7 calorias, quase a quantidade de 1 grama de gordura (9 kcal). Com o agravante que as bebidas alcoólicas não fornecem nenhum nutriente de significativa relevância, apenas energia.
Excesso de energia, sem gasto, acumula-se sob a forma de gordura corporal, que nos homens ocorre mais na região abdominal (tipo andróide) e nas mulheres mais na região dos quadris e glúteos (tipo ginecóide). Apesar de também estar presente o tipo andróide nas mulheres.
Hoje, sabe-se que o excesso de gordura na região abdominal, independente do fator estético, tem estreita relação com o aumento de riscos para o desenvolvimento das doenças do coração.
Outro detalhe que merece ser lembrado é que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta a diurese e a desidratação, levando com isso é perda de importantes vitaminas hidrossolúveis (C e complexo B) e minerais como cálcio, zinco e magnésio.
Bem, vale ressaltar que tudo na vida necessita de um certo equilíbrio, e com certeza não é apenas a cerveja a causadora dos famosos "pneuzinhos".Mas que ela pode ser um fator relevante, isso é sim. Lembremos que até a composição da cerveja leva uma forma de açúcar, ou seja, carboidrato, e o mesmo em excesso se transforma em formas lipídicas de energia, mas em excesso, ou seja, comer mais do que gastar!!
Bióloga: Danielly Mesquita
ERVA MATE
Analises e estudos sobre a erva-mate tem revelado uma composição que identifica diversas propriedades beneficas ao ser humano, pois o produto contem: alcaloides (cafeia, metilxantina, teofilina e teobromina), taninos (acidos folico e cafeico), vitaminas (A, B1, B2, C e E), sais minerais (aluminio, calcio, fosforo, ferro, magnésio, manganes e potassio), proteinas (aminoacidos essenciais), glicidios (frutose, glucose, rafinose e sacarose), lipidios (oleos essenciais e substancias), além de celulose, dextrina, sacarina e gomas. Por isso a erva-mate é considerada "um alimento quase completo, pois contém a maioria dos nutrientes necessarios ao nosso organismo".
O consumo da erva-mate está ligado ao poder que ela tem de estimular a atividade fisica e mental, atuando beneficamente sobre os nervos e musculos, combatendo a fadiga, a sede e a fome, sem deixar efeitos colaterais como insonia e irritabilidade. A erva tambem atua sobre a circulação, acelerando o ritmo cardiaco e harmoniza o funcionamento bulbo-medular. Age sobre o tubo digestivo, facilita a digestão e favorece a evacuação e mictação. É considerada ainda um utimo remedio para pele e reguladora das funções do coração e da respiração, além de exercer importante papel na regeneração celular.
O Instituto Pasteur e a Sociedade Cientifica de Paris fez um estudo sobre o mate e relatou descobertas "nada menos inacreditaveis". Os pesquisadores concluiram que o mate contem praticamente todas as vitaminas necessarias para sustentar a vida. O estudo tambem relatou que "é dificil encontrar uma planta em qualquer lugar do mundo que se iguale ao valor nutricional do mate".
Para se preparar um delicioso mate, primeiro voce deve preparar o tradicional mate puro que é a base para todas as receitas abaixo. Importante: em todas as receitas não esqueça que o mate deve estar gelado, adicione açucar a gosto e tem que liquidificar (bater no liquidificador).
Mate Puro - Coloque 3 colheres de sopa de chá mate tostado em um bule com 1 litro de agua. Apos ferver, aguarde de 10 a 15 minutos até a cor e o aroma ficarem ao seu gosto. Coe e coloque para gelar. Adicione açucar s epreferir.
Mate Cidade 300ml - 50grs. de polpa de maracuja + 30ml de xarope de guarana + 200ml de mate puro.
Beijo na Boca 300ml - 25grs. de polpa de maracuja + 25grs. de polpa de acerola + 210ml de mate puro.
Paixão de Iara 300ml - 25grs. de polpa de maracuja + 25grs. de polpa de manga + 210ml de mate puro Zetti 300ml + 50grs. de polpa de acerola + 30ml de xarope de guarana + 200ml de mate puro. Mate Suiço 300ml - 30ml de suco de limão (diluido 1 parte de limão ) + 2 colheres de sopa de leite condensado + 210ml de mate puro.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Cuidados com a alimentação no verão
A alimentação o deve ser sempre planejada conforme com o nosso dia a dia e de acordo com as nossas atividades diarias. Nos dias de clima quente, por exemplo, nãoção e do esforço fisico. Quando se transpira demais, perde-se minerais como potassio, zinco e vitaminas hidrossoluveis como a C e do complexo B. Para a reposição desses nutrientes devemos incluir em nossa dieta alimentos como: grãos integrais, ostras, carne de boi, frango e leite (ricos em zinco), batata, tomate e banana (ricos em potassio), cereais integrais, legumes, figado de boi e carnes vermelhas (ricos em complexo B), frutas citricas e vegetais verde-escuros (ricos em vitamina C). Entretanto, devemos ter cuidados com a forma de como ingerimos estes alimentos especialmente nesta época as vezes até mesmo febre, são sintomas de uma possivel intoxicação alimentar, doença que nesta época do ano dobra os seus riscos. Isto ocorre porque as melhores condições para a proliferação de bactérias estão em um ambiente quente (até 65C) e úmido, e se isso estiver associado a más condições de higiene e principalmente más condições de armazenamento as chances de um alimento "fazer mal" é muito grande. É isso que faz do verão a Època do ano mais propcia a surtos de doenças veiculadas por alimentos.
Alguns cuidados que devemos ter para evitar estes problemas:
- Lavar muito bem as mãos: antes das refeições, antes de preparar alimentos e principalmente depois de usar o banheiro.
- Cozer bem os alimentos e resfriá-los o mais rápido possivel.
- Não usar os mesmos utensilios para preparar alimentos crús e cozidos.
- Lavar bem as tábuas de carne antes de cortar sobre elas alimentos cozidos, ou qualquer outro tipo de alimento, crú ou cozido.
- Mantenha os alimentos refrigerados. Somente retire do
refrigerador os alimentos nas quantidades que for realmente consumir e evite deixar alimentos após o preparo fora da geladeira.
- Evite alimentos de facil contaminação como ovo, maionese e molhos, que são frequentemente expostos em ambiente que não o refrigerado.
- Na praia, o cuidado deve ser o mesmo, evite queijos, camarão e sanduiches com maionese que costumam ficar muito tempo fora do ambiente de refrigeração.
- Procure consumir agua preferencialmente mineral, especialmente durante a pratica de atividade fisica para evitar os riscos de contaminação e desidratação.
Alguns cuidados que devemos ter para evitar estes problemas:
- Lavar muito bem as mãos: antes das refeições, antes de preparar alimentos e principalmente depois de usar o banheiro.
- Cozer bem os alimentos e resfriá-los o mais rápido possivel.
- Não usar os mesmos utensilios para preparar alimentos crús e cozidos.
- Lavar bem as tábuas de carne antes de cortar sobre elas alimentos cozidos, ou qualquer outro tipo de alimento, crú ou cozido.
- Mantenha os alimentos refrigerados. Somente retire do
refrigerador os alimentos nas quantidades que for realmente consumir e evite deixar alimentos após o preparo fora da geladeira.
- Evite alimentos de facil contaminação como ovo, maionese e molhos, que são frequentemente expostos em ambiente que não o refrigerado.
- Na praia, o cuidado deve ser o mesmo, evite queijos, camarão e sanduiches com maionese que costumam ficar muito tempo fora do ambiente de refrigeração.
- Procure consumir agua preferencialmente mineral, especialmente durante a pratica de atividade fisica para evitar os riscos de contaminação e desidratação.
Ginástica para o cérebro
Trocar de mão para escovar os dentes. É bom para o cérebro. O simples gesto de trocar de mão para escovar os dentes, contrariando a rotina e obrigando estimulação do cérebro, é uma nova tecnica para melhorar a concentração, treinando a criatividade e inteligência e, assim, realizando um exercicio de NEURÓBICA. Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cerebro mantém a capacidade extraordinéria de crescer e mudar o padrão de suas conexçôes. Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÒBICA, a "aeróbica dos neurônios", é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cerebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neuronios em seu cerebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cerebro. Para contrariar essa tendencia, é necessário praticar exercicios "cerebrais" que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEUROBICA é fazer tudo aquilo que contraria
as rotinas, obrigando o cerebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:
- Use o relógio de pulso no braço direito
- Escove os dentes com a mão contrária da de costume
- Ande pela casa de trás para frente
- Vista-se de olhos fechados
- Estimule o paladar, coma coisas diferentes
- Veja fotos de cabeça para baixo
- Veja as horas num espelho
- Faça um novo caminho para ir ao trabalho
Homem X Trabalho
Desde que abandonou a vida primitiva, o homem vem modificando intensamente o ambiente em que vive. Nesse processo houve alteração de hábitos alimentares pela introdução de substâncias tóxicas, alimentos excessivamente processados, irradiados, geneticamente alterados, alám de consumo exagerado de gorduras, açúcares e sódio. Esta mudança tem acarretado ao organismo muitos problemas a sua saúde, como o aumento dos radicais livres, colesterol e glicemia, levando a danos na saúde mental e física como o aumento do estresse e da obesidade.
Atualmente, o homem vem pouco a pouco, modificando hábitos alimentares e de vida com a má alimentação e o sedentarismo, dando origem a doenças de forma cada vez mais precoce como por exemplo o diabetes infantil.
Estas doenças podem ser evitadas se o homem cultivar e mantiver alguns hábitos de vida. Por exemplo, na mesa do brasileiro, o mais conhecido arroz feijão, vem sendo substituído cada vez mais por alimentos mais calóricos e menos nutritivos como massas e pratos que contém gorduras saturadas em excesso. Esta mudança, bem como os fast food, propiciam uma alimentação menos saudável, pois, o arroz com feijão, é uma combinação completa de proteinas vegetais que contém aminoácidos essenciais, ferro e fibras , além de suprir as necessidades nutricionais, tem poucas calorias.
Estas mudanças alimentares e a correria do dia-a-dia, ocorrem em função da globalização, pelas propagandas que induzem o consumo exagerado, tornando as mudanças em nossas vidas , quase inevitáveis. Porém, se não cuidarmos da nossa saúde que começa na mesa, no café da manhã, no almoço e jantar, de nada adiantará fazermos parte da correria do presente, se o futuro será curto pelo desenvolvimento precoce de doenças ocasionadas pelo descuido alimentar, fisico e mental.
Para evitar este mal, é importante que sejamos um pouco mais conservadores na nossa alimentação, procurando manter tradições alimentares como nosso prato principal (arroz com feijão) deixando os pratos mais calóricos para o fim de semana; bem como, reservar um tempo para uma atividade de lazer com a familia e para si.
Não podemos parar o tempo para nós, mas, podemos conseguir através da organização e planejamento, separar nossas atividades e escolhas, porque o trabalho é fruto do nosso esforço e não o contrário. Trabalhamos para sobreviver e não sobrevivemos para trabalhar. Por mais importante que seja o nosso ganha pão, você é seu bem mais precioso... cuide de sua saude e planeje o seu dia-dia com sabedoria.
Nutricionista: Ana Paula Souza CRN 2556
Atualmente, o homem vem pouco a pouco, modificando hábitos alimentares e de vida com a má alimentação e o sedentarismo, dando origem a doenças de forma cada vez mais precoce como por exemplo o diabetes infantil.
Estas doenças podem ser evitadas se o homem cultivar e mantiver alguns hábitos de vida. Por exemplo, na mesa do brasileiro, o mais conhecido arroz feijão, vem sendo substituído cada vez mais por alimentos mais calóricos e menos nutritivos como massas e pratos que contém gorduras saturadas em excesso. Esta mudança, bem como os fast food, propiciam uma alimentação menos saudável, pois, o arroz com feijão, é uma combinação completa de proteinas vegetais que contém aminoácidos essenciais, ferro e fibras , além de suprir as necessidades nutricionais, tem poucas calorias.
Estas mudanças alimentares e a correria do dia-a-dia, ocorrem em função da globalização, pelas propagandas que induzem o consumo exagerado, tornando as mudanças em nossas vidas , quase inevitáveis. Porém, se não cuidarmos da nossa saúde que começa na mesa, no café da manhã, no almoço e jantar, de nada adiantará fazermos parte da correria do presente, se o futuro será curto pelo desenvolvimento precoce de doenças ocasionadas pelo descuido alimentar, fisico e mental.
Para evitar este mal, é importante que sejamos um pouco mais conservadores na nossa alimentação, procurando manter tradições alimentares como nosso prato principal (arroz com feijão) deixando os pratos mais calóricos para o fim de semana; bem como, reservar um tempo para uma atividade de lazer com a familia e para si.
Não podemos parar o tempo para nós, mas, podemos conseguir através da organização e planejamento, separar nossas atividades e escolhas, porque o trabalho é fruto do nosso esforço e não o contrário. Trabalhamos para sobreviver e não sobrevivemos para trabalhar. Por mais importante que seja o nosso ganha pão, você é seu bem mais precioso... cuide de sua saude e planeje o seu dia-dia com sabedoria.
Nutricionista: Ana Paula Souza CRN 2556
Alimentação na terceira idade
Os primeiros registros de associação de alimentação à saúde datam de cerca de 2500 anos atrás. "Que o teu alimento seja o teu remédio e que teu remédio seja o teu alimento" pregava o filósofo Hipócrates, pai da Medicina e pioneiro na utilização de alimentos no tratamento e prevenção de doenças. Com o passar dos anos, nosso organismo passa por diversas transformações. Para continuar com saúde e disposição, prevenindo e tratando as doenças já instaladas, a alimentação é um ponto fundamental.
Sob o ponto de vista fisiológico, o idoso tem uma redução de diversas propriedades do organismo. Além de alterações na dentição, que dificultam a mastigação; e de locomoção, um obstáculo para a busca de alimento; as funções digestiva, absortiva, gástrica e intestinal estão reduzidas.No Brasil, lembra o especialista, é também freqüente a interferência da questão financeira. Com os baixos valores das aposentadorias, há a dificuldade de aquisição de maior variedade alimentar, o que reduz as chances do indivíduo ter acesso a todos os nutrientes necessários. Em qualquer faixa etária, é importante a atenção à variedade na hora das refeições. O prato típico nacional, composto de arroz, feijão, carne, salada e vegetais, é um bom começo. Na terceira idade, a receita não é diferente. Os idosos devem ter cuidado para não restringir a alimentação a carboidratos, como pães e massas; e às formas líquida ou pastosa, como as sopas. Embora mais fáceis de ingerir e preparar, devem estar sempre acompanhadas de frutas, verduras, salada e proteína.
As proteínas são encontradas especialmente nas carnes. Se houver dificuldade de mastigação, o leite, ainda que o de soja em caso de intolerância à lactose; bem como peixes ou ovo, são ótimas fontes. No caso dos legumes, para facilitar devem estar bem cozidos e macios. Quanto às frutas e vegetais, podem ser ingeridos sob a forma de suco
Assim como os medicamentos, suplementos vitamínicos e alimentação devem ser consumidos a partir de orientação de profissionais especializados. Isso porque a existência de doenças crônicas é um fator relevante a ser considerado. A vitamina A, por exemplo, é hepatotóxica. Sua suplementação não deve ser indicada para portadores de insuficiência hepática. Diabéticos, hipertensos e portadores de insuficiência renal ou cardíaca são outros exemplos que devem receber atenção especial neste aspecto. O mesmo vale para os preparados de líquidos de fórmulas nutricionais especiais para idosos, disponíveis em casas especializadas. Ainda que voltados às carências típicas desse público, seu consumo tem seguir indicação profissional.
Familiares e cuidadores devem estar sempre atentos aos hábitos alimentares dos idosos, verificando quantidades e variedades ingeridas a cada refeição, bem como sua freqüência. Em caso de visível perda ou ganho de peso repentinos, é necessária avaliação médica para investigação das causas. Muito mais que um sinal de alimentação inadequada, tais sintomas podem advir de doenças graves. A depressão é outro problema freqüentemente refletido na alimentação. A perda do cônjuge ou de pessoa próxima é um dos principais fatores desencadeantes. Tendência ao isolamento e perda de apetite são alguns dos sintomas.
Dr. Dan L. Waitzberg diretor do GANEP - Grupo de Nutrição Humana e professor associado da faculdade de medicina da Universidade de São Paulo, Departamento de Gastroenterologia
Diabetes Mellitus
A palavra diabetes é derivada do grego que quer dizer atravessar. Na antiguidade, todo individuo que urinava excessivamente era considerado portador de diabetes, e, aquele que eliminava urina a?ucarada consideravam diabetes mellitus.
O diabetes melittus, é caracterizado pela falta de produção ou utilização inadequada de insulina pelo organismo. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, responsável por conduzir glicose do sangue para dentro das cálulas, fornecendo energia e calor ao nosso corpo.
O diabetes mellitus, é uma doeça crônica, genética e hereditária, mas pode se desenvolver ou não conforme a soma de alguns fatores, entre eles a obesidade, certos disturbios endócrinos e o uso abusivo de carboidratos simples na dieta. Esta doença, pode tornar-se grave e o individuo desenvolver problemas renais, oculares, neurológicos e cardiovasculares. Sua manifestação é decorrente da ação inadequada da insulina, podendo ser atenuada ou evitada através de uma alimentação adequada. Basicamente existem dois tipos de diabetes classificadas Tipo 1 e Tipo 2.
Diabetes tipo1, insulino depende, as células betas do pâncreas produzem pouca ou não produzem nada de insulina, consequentemente o organismo é incapaz de absorver glicose da corrente sanguuinea, e o resultado será falta de energia, cansaço fácil, muita sede, fome intensa e perda de peso. Geralmente ocorre em crianças, adolescentes e adultos jovens. Estes pacientes necessitam de controle na alimentação com no mínimo cinco pequenas refeições diárias juntamente com o tratamento médico.
Diabetes Tipo 2, não-insulino dependente, tem início na idade madura, quase sempre após os 30 anos, geralmente mais frequente em pessoas obesas. Considera-se uma doença hereditária, mas também associada a certas condições como: defeitos fisiológicos, secreçõo anormal de insulina e resistência adquirida da mesma. Está relacionada a obesidade que desenvolve hiperglicemia, manifestando-se em pessoas sedentárias, com predisposição e também por história familiar, podendo não apresentar sintomas.
A dieta é sempre o melhor caminho para evitar o desenvolvimento do diabetes e principalmente no seu tratamento para evitar o agravamento desta doença. Mesmo com o uso de medicamentos, é fundamental ter uma alimentação sem açúcar e com alimentos ricos em fibras. O diabético que conhece a sua doença e cumpre um tratamento dietéico bem orientado por nutricionista pode viver uma vida normal em aspectos semelhantes ao indivíduo não diabético.
Ana Paula Souza
Nutricionista
O diabetes melittus, é caracterizado pela falta de produção ou utilização inadequada de insulina pelo organismo. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, responsável por conduzir glicose do sangue para dentro das cálulas, fornecendo energia e calor ao nosso corpo.
O diabetes mellitus, é uma doeça crônica, genética e hereditária, mas pode se desenvolver ou não conforme a soma de alguns fatores, entre eles a obesidade, certos disturbios endócrinos e o uso abusivo de carboidratos simples na dieta. Esta doença, pode tornar-se grave e o individuo desenvolver problemas renais, oculares, neurológicos e cardiovasculares. Sua manifestação é decorrente da ação inadequada da insulina, podendo ser atenuada ou evitada através de uma alimentação adequada. Basicamente existem dois tipos de diabetes classificadas Tipo 1 e Tipo 2.
Diabetes tipo1, insulino depende, as células betas do pâncreas produzem pouca ou não produzem nada de insulina, consequentemente o organismo é incapaz de absorver glicose da corrente sanguuinea, e o resultado será falta de energia, cansaço fácil, muita sede, fome intensa e perda de peso. Geralmente ocorre em crianças, adolescentes e adultos jovens. Estes pacientes necessitam de controle na alimentação com no mínimo cinco pequenas refeições diárias juntamente com o tratamento médico.
Diabetes Tipo 2, não-insulino dependente, tem início na idade madura, quase sempre após os 30 anos, geralmente mais frequente em pessoas obesas. Considera-se uma doença hereditária, mas também associada a certas condições como: defeitos fisiológicos, secreçõo anormal de insulina e resistência adquirida da mesma. Está relacionada a obesidade que desenvolve hiperglicemia, manifestando-se em pessoas sedentárias, com predisposição e também por história familiar, podendo não apresentar sintomas.
A dieta é sempre o melhor caminho para evitar o desenvolvimento do diabetes e principalmente no seu tratamento para evitar o agravamento desta doença. Mesmo com o uso de medicamentos, é fundamental ter uma alimentação sem açúcar e com alimentos ricos em fibras. O diabético que conhece a sua doença e cumpre um tratamento dietéico bem orientado por nutricionista pode viver uma vida normal em aspectos semelhantes ao indivíduo não diabético.
Ana Paula Souza
Nutricionista
Mastigação e Saúde
Quando pensamos em boa alimentação, geralmente pensamos no óbvio, o tipo de alimento que ingerimos. Os benefécios que os alimentos possuem, mais a qualidade e hora em que nos alimentamos reflete diretamente no nosso estado de saúde.
Um outro fator que devemos ressaltar é sem dúvida a "maquina" que tritura estes alimentos, o sistema que integra dentes, gengiva, língua e músculos da mastigação. Esse sistema garante a pré-digestão dos alimentos.
Vejamos como exemplo pessoas usuárias de dentadura ou alguma prótese móvel, eles não sentem firmeza ao cortar e triturar os alimentos. Assim a preferência será por alimentos gordurosos e farináceos como macarrão, doces cremosos, pão, massas, etc., pois estes possuem uma consistência macia não exigindo grandes esforços. Isso também acontece com pessoas que possuem cáries, disfunções da articulação temporomandibular e dentes moles que ao mastigar podem sentir dor ou insegurança ao mastigar.
Os problemas de saúde que ocorrem pela preferência destes alimentos são causados pelo acúmulo de gordura abdominal resultando em doenças como diabetes, hipertensão arterial que poderá progredir para doenças cardíacas, e doenças vasculares. São complicações que fazem surgir estas doenças degenerativas que aceleram o processo de envelhecimento, originado de uma dieta errada não só pelo gosto, mas pela incapacidade de triturar carnes, verduras, etc.
A saúde bucal se torna tão importante quanto uma boa dieta prescrita pela nutricionista. Vários recursos estão disponíveis na odontologia para solucionar desconfortos, um grande avanço foram os implantes que devolvem a segurança e firmeza para uma boa alimentação. O profissional que contempla as expectativas do paciente seja qual for o tratamento odontológico empregado devolverá a auto estima `a esta pessoa tornado-a apta e motivada a frequentar seus círculos sociais e de atividade funcional melhorando a sua qualidade de vida.
Dr. Eduardo Kurihara Especialista em Odontogeriatria, consultor do Ministério da Saúde, Mestre em fisiologia oral (Unicamp), Doutorando em fisiologia Oral (Unicamp), Professor da UEM.
Piramide dos alimentos
O guia alimentar da Pirâmide foi desenvolvido pela universidade de Harvard e elaborado para ilustrar alimentos e servir de modelo para mudanças de hábitos alimentares mais saudáveis e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de vida para população em geral. Seguindo as determinações da Pirâmide, os alimentos situados na base devem ter prioridade nas refeições e serem consumidos em maiores proporções que os alimentos localizados acima dela, assim sucessivamente. Esta ordem, indica a quantidade de consumo dos alimentos conforme as necessidades nutricionais exigidas em uma dieta normal. Para se obter estes resultados e controlar o peso, a alimentação diária deve ser equilibrada e fracionada no mínimo 4 vezes ao dia.
A prática de atividade física, o consumo de água, frutas e verduras bem como o maior consumo de alimentos integrais, óleos vegetais, oleaginosas e o menor consumo de carnes vermelhas, muitas vezes, não fazem parte da mesa do brasileiro. Além disso, o cotidiano de quem trabalha em período integral e a falta de tempo para uma atividade física contribui para piorar ainda mais a alimentação e, conseqüentemente, a saúde.
Normalmente, o hábito de vida é ditado pelo cotidiano e não pela vontade do indivíduo, e neste caso, pode ser mudado quando se insere novos hábitos no cotidiano de cada um. Quando um indivíduo se questiona sobre os seus hábitos alimentares, é o primeiro passo para estas mudanças. O guia da Pirâmide de alimentos é um indicativo para mudanças saudáveis, mas deve ser adequado conforme o paladar, horários, atividades e as necessidades nutricionais de cada pessoa.
Desta forma, orientação nutricional e o acompanhamento de um especialista é fundamental para se obter os objetivos almejados.
Obesidade infantil
Obesidade Infantil: causas e tratamento
Os índices de obesidade infantil aumentaram e a melhor forma de prevenção é a prática de exercícios físicos e a alimentação correta.
O aumento do sedentarismo, a competitividade no mercado de trabalho, onde os pais exigem cada vez mais dos filhos, o fato das crianças não brincarem mais na rua e o computador ter roubado a cena, são alguns dos motivos que a nutricionista e educadora física, especialista em fisiologia humana, Ana Paula Souza, aponta como contribuintes para o aumento da obesidade infantil.
Ana Paula relata que para que as crianças tenham uma vida saudável é preciso que se corte antes de mais da nada o maior vilão da história que é o refrigerante, até mesmo os lights e diets. “Além de viciar, ser calórico e ter cafeína, o refrigerante faz com que se tenha mais fome”, explica.
Para que a obesidade infantil seja combatida é preciso um acompanhamento multidisciplinar, onde nutricionista, psicólogo, educador físico e em alguns casos endocrinologistas, trabalhem juntos, do contrário a nutricionista conta que a criança pode voltar a ganhar peso.
O hábito para uma vida saudável começa em casa, pois os filhos imitam os pais. É importante a prática de exercícios físicos de três a quatro vezes por semana por pelo menos uma hora de atividade moderada (aeróbica), que é quando consegue-se respirar enquanto pratica os exercícios e também uma alimentação saudável, de acordo com a idade, pois a criança não pode fazer uma dieta como um adulto, por estar em desenvolvimento e crescimento.
O tratamento com as crianças é demorado e segundo Ana Paula tem que ser feito de forma lúdica, montando pratos de alimentos com brinquedos, usando atividades para as crianças colorirem desenhos de frutas, entre outros. Assim o estímulo será positivo e o objetivo alcançado.
Índices Importantes
De acordo com a distribuição geográfica em todo o país, o problema da obesidade é mais grave nas áreas urbanas (19,5% dos adolescentes) do que na rural (11,4% de adolescentes) e mais evidente nas Regiões Sul e Sudeste do país, onde atinge 23,6% e 22,0% dos adolescentes, respectivamente.
Segundo dados da última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF/IBGE), realizada em 2002/03 pelo Ministério da Saúde, 16,7% dos adolescentes entre 10 e 19 anos têm excesso de peso e, destes, 2,3% obesidade.
Fonte: Ministério da Saúde.
Alimentos para a visão
Por Fausto Fagioli Fonseca
Todo mundo já deve ter ouvido pelo menos uma vez na vida que certos alimentos fazem bem para a vista. Porém, a relação do que se come com a boa funcionalidade dos olhos pode gerar alguma dúvidas. Para a nutricionista funcional Daniela Jobst, uma refeição equilibrada é importante não somente para determinadas partes do corpo, mas para tudo que o envolve.
“Os alimentos podem influenciar em diversos aspectos de nosso corpo, por
isso a importância de ter sempre uma dieta balanceada e que forneça todos os
nutrientes importantes, para suprir a necessidade de todo o organismo e não
apenas de partes isoladas”, explica Daniela.
As vitaminas são as substâncias que têm papel principal no processo de melhora da visão, sobretudo a “A”, cuja ausência pode causar uma má visão noturna, catarata e a degeneração macular relacionada à idade (DMRI).
“A vitamina A é uma das principais na função protetora da área ocular, e trabalha em conjunto com as vitaminas B, D e E, cálcio, fósforo e zinco, que estão distribuídos em uma variedade de alimentos, ajudando também no funcionamento adequado do sistema imunológico. As fontes da Vitamina A estão presentes em alimentos com pigmentação laranja, vermelho e amarelado”, explica Ana Paula Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé.
O que comer
Alguns tipos de alimento de origem animal são ricos nas principais vitaminas necessárias para a “boa visão”, como explica Ana Paula. “Fígado de peixe, óleo de fígado de bacalhau, fígado bovino, carnes, ovos, leite integral e seus produtos gordurosos (creme de leite, manteiga), são ricos nessas vitaminas”, diz a nutricionista.
Porém, não é somente nos animais que a substância está presente. Os vegetais também são importantes para a manutenção de uma visão saudável. “Os alimentos como o espinafre e a cenoura, ricos em luteína, que é excelente antioxidante para a saúde ocular, também são indicados. Assim como as fontes de vitamina C, como frutas cítricas e morango, e de Vitamina E, como a noz e o azeite de oliva extra-virgem”, explica Daniela.
A falta
Nosso organismo exige uma ingestão diária de vitaminas, dependendo das necessidades individuais. A ausência dessas substâncias pode causar problemas ao corpo. A nutricionista Ana Paula Souza listou os principais sintomas negativos causados pela falta de Vitamina A.
• Problemas na acomodação visual;
• Distúrbios na percepção das cores;
• Secura nos olhos;
• Fotofobia (sensibilidade à luz);
• Cegueira noturna;
• Queda na resistência do sistema imunológico.
Suplementos
Uma solução muito usual quando o assunto é reposição de vitaminas é a utilização de suplementos. Porém, o aproveitamento de seus benefícios é mais bem associado quando utilizado junto com outros alimentos.
“Na questão dos suplementos, são indicados em casos específicos, em que a dieta não é suficiente nesta vitamina. Entretanto, é melhor assimilado pelo organismo através da dieta, pois, a vitamina A, assim como outras vitaminas e minerais, exerce um sinergismo com o alimento, trazendo outros benefícios além da função vitamínica”, diz Ana Paula.
Fonte: www.o2porminuto.com.br
Todo mundo já deve ter ouvido pelo menos uma vez na vida que certos alimentos fazem bem para a vista. Porém, a relação do que se come com a boa funcionalidade dos olhos pode gerar alguma dúvidas. Para a nutricionista funcional Daniela Jobst, uma refeição equilibrada é importante não somente para determinadas partes do corpo, mas para tudo que o envolve.
“Os alimentos podem influenciar em diversos aspectos de nosso corpo, por
isso a importância de ter sempre uma dieta balanceada e que forneça todos os
nutrientes importantes, para suprir a necessidade de todo o organismo e não
apenas de partes isoladas”, explica Daniela.
As vitaminas são as substâncias que têm papel principal no processo de melhora da visão, sobretudo a “A”, cuja ausência pode causar uma má visão noturna, catarata e a degeneração macular relacionada à idade (DMRI).
“A vitamina A é uma das principais na função protetora da área ocular, e trabalha em conjunto com as vitaminas B, D e E, cálcio, fósforo e zinco, que estão distribuídos em uma variedade de alimentos, ajudando também no funcionamento adequado do sistema imunológico. As fontes da Vitamina A estão presentes em alimentos com pigmentação laranja, vermelho e amarelado”, explica Ana Paula Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé.
O que comer
Alguns tipos de alimento de origem animal são ricos nas principais vitaminas necessárias para a “boa visão”, como explica Ana Paula. “Fígado de peixe, óleo de fígado de bacalhau, fígado bovino, carnes, ovos, leite integral e seus produtos gordurosos (creme de leite, manteiga), são ricos nessas vitaminas”, diz a nutricionista.
Porém, não é somente nos animais que a substância está presente. Os vegetais também são importantes para a manutenção de uma visão saudável. “Os alimentos como o espinafre e a cenoura, ricos em luteína, que é excelente antioxidante para a saúde ocular, também são indicados. Assim como as fontes de vitamina C, como frutas cítricas e morango, e de Vitamina E, como a noz e o azeite de oliva extra-virgem”, explica Daniela.
A falta
Nosso organismo exige uma ingestão diária de vitaminas, dependendo das necessidades individuais. A ausência dessas substâncias pode causar problemas ao corpo. A nutricionista Ana Paula Souza listou os principais sintomas negativos causados pela falta de Vitamina A.
• Problemas na acomodação visual;
• Distúrbios na percepção das cores;
• Secura nos olhos;
• Fotofobia (sensibilidade à luz);
• Cegueira noturna;
• Queda na resistência do sistema imunológico.
Suplementos
Uma solução muito usual quando o assunto é reposição de vitaminas é a utilização de suplementos. Porém, o aproveitamento de seus benefícios é mais bem associado quando utilizado junto com outros alimentos.
“Na questão dos suplementos, são indicados em casos específicos, em que a dieta não é suficiente nesta vitamina. Entretanto, é melhor assimilado pelo organismo através da dieta, pois, a vitamina A, assim como outras vitaminas e minerais, exerce um sinergismo com o alimento, trazendo outros benefícios além da função vitamínica”, diz Ana Paula.
Fonte: www.o2porminuto.com.br
Dieta e depressão: Alimentos naturais x industrializados
Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.
Em contrapartida, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição.
O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo.
Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.
Os especialistas dizem, no entanto, que - embora não seja possível excluir a possibilidade de que pessoas com depressão talvez tenham dietas menos saudáveis - é pouco provável que a alimentação seja a razão por trás dos resultados porque não foi identificada uma relação entre dieta e diagnósticos prévios de depressão.
Como foi feita a pesquisa:
Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam.
Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.
Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.
Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.
Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.
Dieta mediterrânea:
A autora do estudo, Archana Singh-Manoux, diz que é possível que os resultados sejam explicados por um fator ligado ao estilo de vida dos participantes que não tenha sido levado em consideração pelos especialistas.
"Houve um estudo mostrando que a dieta mediterrânea estava associada a riscos menores de depressão, mas o problema é que, se você vive na Grã-Bretanha, a probabilidade de você seguir uma dieta mediterrânea não é muito grande", afirma a pesquisadora.
"Então, nós queríamos observar de forma diferente as associações entre dieta e saúde mental", acrescenta.
Ainda não está claro por que alguns alimentos podem proteger contra ou aumentar os riscos de depressão, mas os cientistas avaliam que talvez haja um vínculo entre dieta, inflamações e condições como doenças cardíacas.
"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch.
"Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."
Dietas cada vez mais saudáveis
McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.
"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."
Como é a Dieta Mediterânea
A dieta mediterrânea - que, acredita-se, protege contra doenças cardíacas e o câncer - pode ajudar também a prevenir a depressão, indica um estudo feito por pesquisadores espanhóis.
A dieta se baseia em alimentos que tradicionalmente são consumidos nas cidades às margens do Mar Mediterrâneo, daí o seu nome. Ela inclui grãos integrais, hortaliças, oleaginosas, azeitonas, azeite de oliva extra virgem e menos carnes vermelhas, que são substituídas pelo consumo de peixe.
Os cientistas espanhóis constataram na pesquisa que pessoas que seguem essa dieta têm 30% menos chances de desenvolver depressão.
Padrões Alimentares
A equipe, das Universidades de Las Palmas e Navarra, monitorou 10.094 adultos saudáveis durante quatro anos e publicou seu estudo na revista científica Journal of the American Medical Association.
A equipe recrutou estudantes universitários e pediu que eles preenchessem questionários com informações sobre seus hábitos alimentares.
Com base nas informações, os pesquisadores calcularam a adesão dos participantes à dieta mediterrânea durante um período de, em média, 4,5 anos.
Os que apresentaram maiores índices de adesão à dieta tendiam a ser homens, ex-fumantes, casados e mais velhos.
Depressão
Eles também eram mais ativos fisicamente e apresentavam um consumo total de energia mais elevado.
Os pesquisadores identificaram 480 novos casos de depressão durante o período em que monitoraram os participantes - 156 nos homens e 324 nas mulheres.
O estudo concluiu que os que apresentavam maior adesão à dieta tinham 30% menos probabilidade de ter depressão.
O estado civil, o número de filhos e outros indicadores associados a estilos de vida saudáveis também foram considerados pelos pesquisadores ao se calcular a probabilidade de desenvolver a desordem.
Consequências da depressão
O pesquisador Miguel Martinez-Gonzalez, da Universidade de Navarra, disse que os resultados terão de ser confirmados em estudos mais longos e com mais participantes, mas acrescentou que o atual estudo encontrou uma forte associação inversa entre a dieta mediterrânea e depressão.
"Trinta por cento é uma redução grande no risco e isso poderia ser muito importante considerando-se quão sérias são as consequências de uma depressão."
Gonzalez disse ainda que é provável que a dieta de maneira geral seja mais importante do que o efeito de componentes individuais.
Benefícios da dieta mediterrânea
A psicóloga clínica Cecilia D'Felice disse que há cada vez mais evidências de que a dieta é importante no tratamento da depressão.
Ela disse: "O que nós sabemos é que uma dieta rica em azeite de oliva aumenta a quantidade disponível de serotonina".
"A maioria dos antidepressivos trabalha para manter mais serotonina no cérebro."
Outra pesquisa recente demonstrou que a dieta mediterrânea reduz risco de obesidade entre adultos. Também o óleo de oliva, um componente importante da dieta mediterrânea, pode prevenir e tratar o Mal de Alzheimer.
Como é a dieta mediterrânea
• Rica em ácidos graxos monosaturados como o azeite de oliva
• Consumo moderado de álcool e laticínios
• Baixo consumo de carne vermelha
• Alto consumo de legumes, verduras, frutas, castanhas, cereais e peixe
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