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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Obesidade infantil








Obesidade Infantil: causas e tratamento







Os índices de obesidade infantil aumentaram e a melhor forma de prevenção é a prática de exercícios físicos e a alimentação correta.






O aumento do sedentarismo, a competitividade no mercado de trabalho, onde os pais exigem cada vez mais dos filhos, o fato das crianças não brincarem mais na rua e o computador ter roubado a cena, são alguns dos motivos que a nutricionista e educadora física, especialista em fisiologia humana, Ana Paula Souza, aponta como contribuintes para o aumento da obesidade infantil.






Ana Paula relata que para que as crianças tenham uma vida saudável é preciso que se corte antes de mais da nada o maior vilão da história que é o refrigerante, até mesmo os lights e diets. “Além de viciar, ser calórico e ter cafeína, o refrigerante faz com que se tenha mais fome”, explica.






Para que a obesidade infantil seja combatida é preciso um acompanhamento multidisciplinar, onde nutricionista, psicólogo, educador físico e em alguns casos endocrinologistas, trabalhem juntos, do contrário a nutricionista conta que a criança pode voltar a ganhar peso.






O hábito para uma vida saudável começa em casa, pois os filhos imitam os pais. É importante a prática de exercícios físicos de três a quatro vezes por semana por pelo menos uma hora de atividade moderada (aeróbica), que é quando consegue-se respirar enquanto pratica os exercícios e também uma alimentação saudável, de acordo com a idade, pois a criança não pode fazer uma dieta como um adulto, por estar em desenvolvimento e crescimento.






O tratamento com as crianças é demorado e segundo Ana Paula tem que ser feito de forma lúdica, montando pratos de alimentos com brinquedos, usando atividades para as crianças colorirem desenhos de frutas, entre outros. Assim o estímulo será positivo e o objetivo alcançado.






Índices Importantes






De acordo com a distribuição geográfica em todo o país, o problema da obesidade é mais grave nas áreas urbanas (19,5% dos adolescentes) do que na rural (11,4% de adolescentes) e mais evidente nas Regiões Sul e Sudeste do país, onde atinge 23,6% e 22,0% dos adolescentes, respectivamente.






Segundo dados da última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF/IBGE), realizada em 2002/03 pelo Ministério da Saúde, 16,7% dos adolescentes entre 10 e 19 anos têm excesso de peso e, destes, 2,3% obesidade.






Fonte: Ministério da Saúde.

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