quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Quando pode ser liberado o doce da dieta ?
É praticamente irresistível quando, de repente, aparece aquela vontade de comer algum doce. Estar de olho na sua dieta não significa, porém, que você não pode saciar seu desejo momentâneo. Não é restrito pelos nutricionistas comer doces, contanto que a igestão seja feita de forma consciente e sem exageros.
“As vezes é preciso a pessoa comer um doce, para sentir liberdade e não seguir um regime rígido. Comer moderadamente duas vezes por semana um doce sem muitas calorias é totalmente liberado”, diz Ana Paula de Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé.
Existem doces certos para essa moderação. Alimentos como pudim e mousse, além de ter grandes quantidades calóricas, ainda apresentam baixo valor de saciedade. Bolos de cenoura, pavês e doces com frutas apresentam calorias semelhantes e despertam uma saciedade no momento que são ingeridos.
Perigo à dieta
Como consumir álcool e carnes vermelhas em excesso, alimentar-se demasiadamente de doces também é um dos fatores que deixam seu regime no alerta vermelho. Eles são um dos principais vilões pra quem deseja manter uma boa dieta.
“É muito perigoso ingerir alimentos adocicados. Tudo consumido em excesso deixa o regime em decadência e ainda faz o indivíduo engordar”, explica Luís Ricardo de S. Alves, nutricionista esportivo da Nutrição Fácil.
O corpo necessita de energia para conseguir sobreviver, energia esta que é encontrado em pães, massas e cereais. Esses alimentos geram uma substância chamada glicose, que é encontrado também em grandes quantidades nos doces, que geram mais rapidamente energia, dando saciedade ao cérebro, causando prazer e explicando o porquê de poucas pessoas não gostarem de doces.
Para esses açúcares não comprometerem toda a dieta, a melhor maneira é escolher receitas certas, que causem maior saciedade e que tenham poucas calorias. Esses doces devem ser consumidos logo após a refeição ou efetuando uma troca com um lanche da tarde. Outra maneira é consumir doces de até 200 calorias e realizar exercícios aeróbicos, como a corrida, no mesmo dia.
Engane seu estômago
Existem algumas maneiras de consumir alimentos não muito doces e ainda assim diminuir aquela vontade que parece ser insaciável. “Comer uma banana com canela pode ser uma boa forma de acabar com uma grande vontade de comer doce”, diz Ana Paula.
Muitos brasileiros não abrem mão do chocolate. Poré, ele não é aquele vilão que pensam. Existem formas de usufruí-lo e não danificar todo o regime. “Chocolate amargo e meio-amargo podem ser uma boa pedida. Consumir quatro quadradinhos (25g ou 30 g) pode trazer bons efeitos para o corpo. Mesmo que tenha gorduras ruins, esses alimentos contêm substâncias que retardam o envelhecimento e fazem muito bem ao coração”, ressaltou Alves.
Receitas
Receitas de Jane Corona, especialista em Nutrologia e chef de cozinha.
:: Gelatina Light
Rendimento: 4 porções
Ingredientes
4 copos de suco de laranja ou de outra fruta
1 pacote de gelatina branca sem sabor
Modo de preparo
Aqueça ligeiramente o suco de fruta e misture com a gelatina. Coloque em quatro recipientes e leve à geladeira.
:: Mousse de Mamão
Rendimento: 2 porções
Ingredientes
¼ de mamão grande
2 castanhas-do-pará
1 colher (de chá) de groselha
Modo de preparo
Bata no liquidificador o mamão com a groselha e as castanhas. Coloque na geladeira para ficar consistente.
Receitas de Priscila Di Ciero, nutricionista.
:: Barrinha de cereais caseiras
Ingredientes
1 colher (sopa) de melado Ou mel
1 colher (sopa) de óleo
2 colheres (sopa) de linhaça
2 colheres (sopa) de gergelim
8 unidades de castanha-do-Pará picadas
3 colheres (sopa) de aveia em flocos
2 colheres (sopa) de farinha de rosca
3 colheres (sopa) de coco ralado
3 colheres (sopa) de amendoim torrado picado
20 unidades de ameixa preta seca picada
Modo de preparo
Colocar o melado e o óleo no fogo até ficarem líquidos. Acrescentar todos os outros ingredientes e misturar bem. Desligar o fogo e colocar a mistura em uma assadeira retangular (usar papel manteiga). Levar ao forno por mais ou menos 15 minutos até dourar. Tirar do forno e cortar ainda quente, desenformando em seguida quando estiver frio.
:: Pão de mel integral
Ingredientes
2 xícaras (chá) de trigo branca peneirada
1 ½ xícara (chá) de farinha integral fina peneirada
1 xícara (chá) de mel Ou melado de cana
50 gramas de manteiga (ou margarina) sem sal
½ xícara (chá) de leite de soja Ou de vaca quente
1 xícara (chá) de açúcar orgânico Ou demerara
½ colher (sopa) de bicarbonato de sódio
½ colher (sopa) de canela em pó
½ colher (sopa) de cravo em pó
½ colher (sopa) de noz-moscada em pó
½ colher (sopa) de café solúvel
¼ xícara (chá) de cerveja a temperatura ambiente
¼ xícara (chá) de conhaque
½ Kg de chocolate ½ amargo ou tradicional (ou 50% de cada um)
Modo de preparo
Junte a margarina com o mel e mexa até ficar homogêneo. Coloque os açúcares, o bicarbonato e as especiarias em outra tigela. Dilua tudo no leite (que ajuda a fermentar o bicarbonato). Misture tudo e junte à mistura de mel+ margarina. Junte as bebidas e mexa. Acrescente a farinha até formar uma pasta. Unte uma forma quadrada e leve ao forno pré-aquecido que a massa ficar cozida. Derreta o chocolate (pode ser no microondas, 4 minutos em potência média) e espere esfriar. Cubra o bolo e coloque cereja em calda em cada fatia, se quiser.
EM QUE MES COMPRAR ALIMENTOS BARATOS ? VEJA A DICA ABAIXO ...
Janeiro
abacate, banana,coco verde, goiaba, limão taiti, mamão, manga, maracujá, pêra d'água, uva niágara, abobrinha, berinjela, jiló, milho-verde, pepino, pimentão, quiabo, tomate, vagem, batata inglesa, cenoura.
Fevereiro
abacate, banana, caqui, carambola, goiaba, limão taiti, maçã gala, mamão, maracujá, pinha, pêra willians, abobrinha, berinjela, milho-verde, pepino, pimentão, quiabo, tomate, vagem, batata inglesa, mandioca.
Março
abacate, banana, caqui, carambola, goiaba, limão taiti, maçãs gala e fuji, maracujá, pinha, tangerinas cravo e ponkan, pêra willians, abobrinha, berinjela, milho-verde, pepino, pimentão, quiabo, tomate, vagem, batata inglesa, cará, mandioca, mandioquinha.
Abril
abacate-, caqui, limão taiti, maçãs gala e fuji, pinha, tangerinas cravo e ponkan, pêra willians, chuchu, milho-verde, pepino, quiabo, vagem, batata inglesa, cará, cebola, mandioca, mandioquinha, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Maio
abacate, limão taiti, maçãs fuji e red, melão, morango, tangerinas cravo e ponkan, pera willians, chuchu, batata doce, cará, cebola, gengibre, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Junho
laranja pêra, melão, morango, tangerinas cravo e ponkan, maçã red, pêra willians, chuchu, ervilha, batata doce, cará, cebola, gengibre, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Julho
laranja pêra, melão,morango, tangerina murcot, ervilha, batata doce, gengibre, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Agosto
abacaxi, caju, laranja pêra, melão, melancia, morango, nêspera, tangerina murcot, ervilha, beterraba, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Setembro
abacaxi, caju, coco verde, jabuticaba, laranja pêra, melão, melancia, nêspera, ervilha, beterraba. Rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa , salsão.
Outubro
Safra de março a maio
Abobrinha: prefira as menores, com casca brilhante, sem manchas ou partes afundadas. Fonte de fósforo, ferro, vitamina C e betacaroteno.
Batata: prefira as com casca lisa, fina e firmes. Não compre batatas com brotos, manchas e excesso de “olhos”. Fonte de vitamina C, potássio e carboidratos.
Berinjela: deve estar firme, com a casca brilhante e com cor uniforme. Fonte de vitamina C, betacaroteno, sódio, cálcio e potássio.
Cará: prefira os firmes, sem partes moles e com a casca preservada. Fonte de amido, vitamina B1 e B6.
Inhame: escolha os mais pesados e que estejam com a casca preservada. Fonte de amido, fibras, minerais, vitaminas B1 e B6.
Milho verde: deve estar macio na ponta inferior da espiga, os grãos não devem estar murchos ou duros demais. Fonte de vitaminas B1, B2 e E, magnésio, ferro e fósforo.
Pimentão: prefira os firmes, com a casca brilhante e sem rugas. Fonte de betacaroteno, niacina, vitamina C e potássio.
Repolho: escolha os mais pesados e firmes. As folhas devem estar sem manchas e sem sinais de ataques de insetos. A parte central (cabo) deve estar firme e clara. Fonte de cálcio, fósforo, vitamina B2, C e K.
Safra de junho a agosto
Abóbora: a casca deve estar firme e sem rachaduras. Fonte de vitamina A, betacaroteno e minerais.
Acelga: prefira a com folhas verde-claras e com talo esbranquiçado. Fonte de vitamina A e minerais.
Alface: escolha a com folhas firmes, brilhantes e sem manchas. Fonte de vitamina A, B2, C e ácido fólico.
Batata-doce: escolha as mais pesadas, sem manchas e com a casca preservada. Fonte de carboidratos e de vitamina A.
Brócolis: evite os com folhas e flores amareladas. Fonte de cálcio, ferro, vitaminas A, B2 e C.
Cenoura: devem lisas, firme e com a rama verde. Fonte de vitamina A e potássio.
Couve: as folhas devem ser firmes, sem pontos amarelados e sem sinais de ataques de insetos. Fonte de vitaminas A, B2, C, E e K, ferro, cálcio, enxofre e fósforo.
Mandioquinha: escolha raízes firmes, lisas e na cor amarelo-claro. Fonte de betacaroteno, vitaminas B e C, cálcio e fósforo.
Rabanete: prefira os firme e com a casca íntegra. Fonte de cálcio e vitamina ª
Rúcula: as folhas devem estar verde-escuras, sem manchas e bem firmes. Fonte de vitaminas A, B2 e minerais.
Tomate: deve ser firme e com a casca lisa. Fonte de betacaroteno, vitaminas C e E, potássio, cálcio, ferro e sódio.
Safra de setembro a novembro
Agrião: as folhas devem ser verde-escuras e sem manchas amareladas. O talo tem grande concentração de nutrientes. Fonte de minerais, vitaminas A, C, B2 e niacina.
Abobrinha: prefira as menores, com casca brilhante, sem manchas ou partes afundadas. Fonte de fósforo, ferro, vitamina C e betacaroteno.
Beterraba: devem ser firmes e as folhas e talos não devem estar murchos, pois são ricos em nutrientes e podem ser usados como saladas e/ou refogados. Fonte de vitaminas B1, B2 e C, betacaroteno e minerais.
Chicória: escolha a com folhas firmes, brilhantes e sem manchas. Fonte de fibras, vitamina B2, niacina, betacaroteno, potássio, sódio, cálcio e fósforo.
Chuchu: prefira os firmes e com casca brilhante. Fonte de niacina, cálcio e fósforo.
Couve-flor: prefira as firmes, sem manchas escuras e com folhas verdes. Fonte de betacaroteno, vitamina C e sais minerais.
Espinafre: as folhas devem estar firmes sem manchas e sinais de ataque de insetos. Fonte de ferro, potássio, cálcio, vitaminas A, B1, B2, C, E, K e niacina.
Repolho: escolha os mais pesados e firmes. As folhas devem estar sem manchas e sem sinais de ataques de insetos. A parte central (cabo) deve estar firme e clara. Fonte de cálcio, fósforo, vitamina B2, C e K.
Vagem: escolha as firmes, bem verdes e sem pontas escuras. Fonte de vitaminas B2, C, betacaroteno e minerais.
Safra de dezembro a fevereiro
Batata: prefira as com casca lisa, fina e firmes. Não compre batatas com brotos, manchas e excesso de “olhos”. Fonte de vitamina C, potássio e carboidratos.
Berinjela: deve estar firme, com a casca brilhante e com cor uniforme. Fonte de vitamina C, betacaroteno, sódio, cálcio e potássio.
Couve: as folhas devem ser firmes, sem pontos amarelados e sem sinais de ataques de insetos. Fonte de vitaminas A, B2, C, E e K, ferro, cálcio, enxofre e fósforo.
Mandioca: prefira as raízes nas quais a casca solte com facilidade, com polpa úmida, cor uniforme e sem manchas. Fonte de carboidratos, fibras, cálcio, ferro e fósforo.
Mandioquinha: escolha raízes firmes, lisas e na cor amarelo-claro. Fonte de betacaroteno, vitaminas B e C, cálcio e fósforo.
Pepino: a casca deve ser firme e sem manchas amareladas. Fonte de potássio, fósforo, cálcio, enxofre e magnésio.
Pimentão: prefira os firmes, com a casca brilhante e sem rugas. Fonte de betacaroteno, niacina, vitamina C e potássio.
Quiabo: escolha os bem verdes, sem manchas e firmes. Fonte de fibra, cálcio, sódio, potássio, magnésio, vitaminas B, C e betacaroteno.
Tomate: deve ser firme e com a casca lisa. Fonte de betacaroteno, vitaminas C e E, potássio, cálcio, ferro e sódio.
abacate, banana,coco verde, goiaba, limão taiti, mamão, manga, maracujá, pêra d'água, uva niágara, abobrinha, berinjela, jiló, milho-verde, pepino, pimentão, quiabo, tomate, vagem, batata inglesa, cenoura.
Fevereiro
abacate, banana, caqui, carambola, goiaba, limão taiti, maçã gala, mamão, maracujá, pinha, pêra willians, abobrinha, berinjela, milho-verde, pepino, pimentão, quiabo, tomate, vagem, batata inglesa, mandioca.
Março
abacate, banana, caqui, carambola, goiaba, limão taiti, maçãs gala e fuji, maracujá, pinha, tangerinas cravo e ponkan, pêra willians, abobrinha, berinjela, milho-verde, pepino, pimentão, quiabo, tomate, vagem, batata inglesa, cará, mandioca, mandioquinha.
Abril
abacate-, caqui, limão taiti, maçãs gala e fuji, pinha, tangerinas cravo e ponkan, pêra willians, chuchu, milho-verde, pepino, quiabo, vagem, batata inglesa, cará, cebola, mandioca, mandioquinha, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Maio
abacate, limão taiti, maçãs fuji e red, melão, morango, tangerinas cravo e ponkan, pera willians, chuchu, batata doce, cará, cebola, gengibre, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Junho
laranja pêra, melão, morango, tangerinas cravo e ponkan, maçã red, pêra willians, chuchu, ervilha, batata doce, cará, cebola, gengibre, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Julho
laranja pêra, melão,morango, tangerina murcot, ervilha, batata doce, gengibre, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Agosto
abacaxi, caju, laranja pêra, melão, melancia, morango, nêspera, tangerina murcot, ervilha, beterraba, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.
Setembro
abacaxi, caju, coco verde, jabuticaba, laranja pêra, melão, melancia, nêspera, ervilha, beterraba. Rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa , salsão.
Outubro
Safra de março a maio
Abobrinha: prefira as menores, com casca brilhante, sem manchas ou partes afundadas. Fonte de fósforo, ferro, vitamina C e betacaroteno.
Batata: prefira as com casca lisa, fina e firmes. Não compre batatas com brotos, manchas e excesso de “olhos”. Fonte de vitamina C, potássio e carboidratos.
Berinjela: deve estar firme, com a casca brilhante e com cor uniforme. Fonte de vitamina C, betacaroteno, sódio, cálcio e potássio.
Cará: prefira os firmes, sem partes moles e com a casca preservada. Fonte de amido, vitamina B1 e B6.
Inhame: escolha os mais pesados e que estejam com a casca preservada. Fonte de amido, fibras, minerais, vitaminas B1 e B6.
Milho verde: deve estar macio na ponta inferior da espiga, os grãos não devem estar murchos ou duros demais. Fonte de vitaminas B1, B2 e E, magnésio, ferro e fósforo.
Pimentão: prefira os firmes, com a casca brilhante e sem rugas. Fonte de betacaroteno, niacina, vitamina C e potássio.
Repolho: escolha os mais pesados e firmes. As folhas devem estar sem manchas e sem sinais de ataques de insetos. A parte central (cabo) deve estar firme e clara. Fonte de cálcio, fósforo, vitamina B2, C e K.
Safra de junho a agosto
Abóbora: a casca deve estar firme e sem rachaduras. Fonte de vitamina A, betacaroteno e minerais.
Acelga: prefira a com folhas verde-claras e com talo esbranquiçado. Fonte de vitamina A e minerais.
Alface: escolha a com folhas firmes, brilhantes e sem manchas. Fonte de vitamina A, B2, C e ácido fólico.
Batata-doce: escolha as mais pesadas, sem manchas e com a casca preservada. Fonte de carboidratos e de vitamina A.
Brócolis: evite os com folhas e flores amareladas. Fonte de cálcio, ferro, vitaminas A, B2 e C.
Cenoura: devem lisas, firme e com a rama verde. Fonte de vitamina A e potássio.
Couve: as folhas devem ser firmes, sem pontos amarelados e sem sinais de ataques de insetos. Fonte de vitaminas A, B2, C, E e K, ferro, cálcio, enxofre e fósforo.
Mandioquinha: escolha raízes firmes, lisas e na cor amarelo-claro. Fonte de betacaroteno, vitaminas B e C, cálcio e fósforo.
Rabanete: prefira os firme e com a casca íntegra. Fonte de cálcio e vitamina ª
Rúcula: as folhas devem estar verde-escuras, sem manchas e bem firmes. Fonte de vitaminas A, B2 e minerais.
Tomate: deve ser firme e com a casca lisa. Fonte de betacaroteno, vitaminas C e E, potássio, cálcio, ferro e sódio.
Safra de setembro a novembro
Agrião: as folhas devem ser verde-escuras e sem manchas amareladas. O talo tem grande concentração de nutrientes. Fonte de minerais, vitaminas A, C, B2 e niacina.
Abobrinha: prefira as menores, com casca brilhante, sem manchas ou partes afundadas. Fonte de fósforo, ferro, vitamina C e betacaroteno.
Beterraba: devem ser firmes e as folhas e talos não devem estar murchos, pois são ricos em nutrientes e podem ser usados como saladas e/ou refogados. Fonte de vitaminas B1, B2 e C, betacaroteno e minerais.
Chicória: escolha a com folhas firmes, brilhantes e sem manchas. Fonte de fibras, vitamina B2, niacina, betacaroteno, potássio, sódio, cálcio e fósforo.
Chuchu: prefira os firmes e com casca brilhante. Fonte de niacina, cálcio e fósforo.
Couve-flor: prefira as firmes, sem manchas escuras e com folhas verdes. Fonte de betacaroteno, vitamina C e sais minerais.
Espinafre: as folhas devem estar firmes sem manchas e sinais de ataque de insetos. Fonte de ferro, potássio, cálcio, vitaminas A, B1, B2, C, E, K e niacina.
Repolho: escolha os mais pesados e firmes. As folhas devem estar sem manchas e sem sinais de ataques de insetos. A parte central (cabo) deve estar firme e clara. Fonte de cálcio, fósforo, vitamina B2, C e K.
Vagem: escolha as firmes, bem verdes e sem pontas escuras. Fonte de vitaminas B2, C, betacaroteno e minerais.
Safra de dezembro a fevereiro
Batata: prefira as com casca lisa, fina e firmes. Não compre batatas com brotos, manchas e excesso de “olhos”. Fonte de vitamina C, potássio e carboidratos.
Berinjela: deve estar firme, com a casca brilhante e com cor uniforme. Fonte de vitamina C, betacaroteno, sódio, cálcio e potássio.
Couve: as folhas devem ser firmes, sem pontos amarelados e sem sinais de ataques de insetos. Fonte de vitaminas A, B2, C, E e K, ferro, cálcio, enxofre e fósforo.
Mandioca: prefira as raízes nas quais a casca solte com facilidade, com polpa úmida, cor uniforme e sem manchas. Fonte de carboidratos, fibras, cálcio, ferro e fósforo.
Mandioquinha: escolha raízes firmes, lisas e na cor amarelo-claro. Fonte de betacaroteno, vitaminas B e C, cálcio e fósforo.
Pepino: a casca deve ser firme e sem manchas amareladas. Fonte de potássio, fósforo, cálcio, enxofre e magnésio.
Pimentão: prefira os firmes, com a casca brilhante e sem rugas. Fonte de betacaroteno, niacina, vitamina C e potássio.
Quiabo: escolha os bem verdes, sem manchas e firmes. Fonte de fibra, cálcio, sódio, potássio, magnésio, vitaminas B, C e betacaroteno.
Tomate: deve ser firme e com a casca lisa. Fonte de betacaroteno, vitaminas C e E, potássio, cálcio, ferro e sódio.
De olho na crise
Se a sua preocupação é garantir uma mesa farta em tempos de crise e alta dos alimentos, Flávia indica: "A alternativa é procurar alimentos nacionais - já que o dólar aumentou bastante - e os da estação, desde que não tenham tido sua colheita prejudicada pelas chuvas". Esta é a época de abacaxi, manga, melancia, melão e pêssego - que ajudam ainda a compor uma bonita mesa para a ceia. Para a salada, as opções são couve, abobrinha, cenoura, inhame, tomate e vagem. "Eles podem entrar na receita do bacalhau, deixando a mesma mais saudável e barata do que as receitas gratinadas e com molhos cremosos", sugere.
Hidrate -se
A nutricionista indica ainda a ingestão de bastante água para manter o organismo bem hidratado. Além disso, deve-se evitar alimentos ricos em gorduras: têm alto teor calórico, são de difícil digestão e, aliados ao calor, podem causar desconfortos como diarréia e mal-estar. Flávia inclui ainda outros problemas: "Má digestão, azia, queimação, estufamento abdominal, flatulência, constipação intestinal, alteração das taxas sangüíneas de glicose e colesterol e, é claro, de aumento de peso", complementa. Portanto, tente fugir de alimentos com muita gordura e açúcares e daqueles condimentados.
Alimentos orgânicos
Feitos sem agrotóxicos, são mais saudáveis e saborosos. Experimente!
Você come diariamente frutas, verduras e legumes variados. Muito saudável, certo? Hum... depende! Já pensou na quantidade de agrotóxicos que vem junto com eles? Pois é, você pode até controlar o peso e o colesterol mantendo esta dieta, entretanto, ao mesmo tempo compromete sua saúde. Mas, antes que você pense que é melhor excluir esses alimentos do seu cardápio, que tal experimentar os vegetais orgânicos? Cada vez mais comuns em supermercados, eles são produzidos sem pesticidas de qualquer espécie, tornando sua alimentação mais saudável e sem agredir a natureza. A única desvantagem ainda é o preço...
Para quem ingere, os benefícios dos orgânicos são muitos. Eles possuem valor nutricional superior ao do alimento cultivado de maneira convencional. "Pesquisas mostram que seu sabor e aroma são mais acentuados e as cores mais vivas", explica Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde. E outras características também chamam a atenção. "Como os alimentos são isentos de contaminações químicas, seu tempo de validade diminui, além de terem um tamanho um pouco menor", diz.
“Estamos protegendo a qualidade da água, refazendo bons solos. Desta forma, cuidamos das futuras gerações com a preservação do meio ambiente”
Porém, ao contrário do que muita gente pensa, os orgânicos são muito mais que produtos sem agrotóxico. Eles também são o resultado de um sistema de produção que equilibra o uso do solo e os demais recursos naturais, o que deixa o processo mais sustentável, não degradando a biodiversidade. "Estamos protegendo a qualidade da água, refazendo bons solos. Desta forma, cuidamos das futuras gerações com a preservação do meio ambiente", explica a especialista.
O bom é...
Inúmeros alimentos já estão sendo produzidos organicamente. Na extensa lista figuram legumes, verduras, soja, arroz integral, sucos, vinhos, chás, erva-mate, linhaça, semente de girassol, gergelim, palmito, entre outros. As frutas são um capítulo à parte, segundo Bruna Murta. "Ocorreu um aumento na produção, entretanto, o mercado ainda não está totalmente consolidado. As frutas orgânicas correspondem a cerca de 2% do total comercializado no país".
O ruim é...
Ainda não existem estatísticas oficiais, mas as regiões metropolitanas são apontadas como grandes consumidoras de alimentos orgânicos, demandando de 30 a 35% mais produtos. A maior parte da produção mundial - no Brasil, 70% - vem de pequenas e médias propriedades familiares. Apesar da busca pela qualidade de vida ter se tornado constante na vida dos brasileiros, ainda falta uma atenção especial das políticas públicas. De acordo com Moacir Darolt, pesquisador do Instituto Agronômico do Paraná e Vice-Presidente da Associação de Consumidores de Produtos Orgânicos do Paraná, deve haver fortalecimento do mercado local e institucional, levando alimentos ecológicos para a maior parte da população, como acontece em outros países. "Estados Unidos e União Européia representam os dois principais mercados, consumindo mais de 90% do que é produzido no mundo. Só a Holanda consome 33% do que o Brasil exporta para a Europa", finaliza. Com isso, o preço dos alimentos - ainda um pouco salgado para os padrões tupiniquins - tendem a cair.
Selo de autenticidade
Para reconhecer um alimento orgânico, fique atenta! Há uma legislação específica (Decreto n°6.323, de 27 de dezembro de 2007), que define os critérios desde a produção até a venda. Por isso é fundamental observar se o mesmo possui o Selo de Garantia de Orgânicos. "A certificação é realizada com periodicidade de dois a seis meses, e verifica se o cultivo e o processamento estão de acordo com as normas", explica Dalrot. Se tudo estiver aprovado, a propriedade poderá gerar outros produtos que receberão o selo de qualidade. "O selo garante a qualidade nutricional e biológica do alimento", alerta Bruna Murta.
Você come diariamente frutas, verduras e legumes variados. Muito saudável, certo? Hum... depende! Já pensou na quantidade de agrotóxicos que vem junto com eles? Pois é, você pode até controlar o peso e o colesterol mantendo esta dieta, entretanto, ao mesmo tempo compromete sua saúde. Mas, antes que você pense que é melhor excluir esses alimentos do seu cardápio, que tal experimentar os vegetais orgânicos? Cada vez mais comuns em supermercados, eles são produzidos sem pesticidas de qualquer espécie, tornando sua alimentação mais saudável e sem agredir a natureza. A única desvantagem ainda é o preço...
Para quem ingere, os benefícios dos orgânicos são muitos. Eles possuem valor nutricional superior ao do alimento cultivado de maneira convencional. "Pesquisas mostram que seu sabor e aroma são mais acentuados e as cores mais vivas", explica Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde. E outras características também chamam a atenção. "Como os alimentos são isentos de contaminações químicas, seu tempo de validade diminui, além de terem um tamanho um pouco menor", diz.
“Estamos protegendo a qualidade da água, refazendo bons solos. Desta forma, cuidamos das futuras gerações com a preservação do meio ambiente”
Porém, ao contrário do que muita gente pensa, os orgânicos são muito mais que produtos sem agrotóxico. Eles também são o resultado de um sistema de produção que equilibra o uso do solo e os demais recursos naturais, o que deixa o processo mais sustentável, não degradando a biodiversidade. "Estamos protegendo a qualidade da água, refazendo bons solos. Desta forma, cuidamos das futuras gerações com a preservação do meio ambiente", explica a especialista.
O bom é...
Inúmeros alimentos já estão sendo produzidos organicamente. Na extensa lista figuram legumes, verduras, soja, arroz integral, sucos, vinhos, chás, erva-mate, linhaça, semente de girassol, gergelim, palmito, entre outros. As frutas são um capítulo à parte, segundo Bruna Murta. "Ocorreu um aumento na produção, entretanto, o mercado ainda não está totalmente consolidado. As frutas orgânicas correspondem a cerca de 2% do total comercializado no país".
O ruim é...
Ainda não existem estatísticas oficiais, mas as regiões metropolitanas são apontadas como grandes consumidoras de alimentos orgânicos, demandando de 30 a 35% mais produtos. A maior parte da produção mundial - no Brasil, 70% - vem de pequenas e médias propriedades familiares. Apesar da busca pela qualidade de vida ter se tornado constante na vida dos brasileiros, ainda falta uma atenção especial das políticas públicas. De acordo com Moacir Darolt, pesquisador do Instituto Agronômico do Paraná e Vice-Presidente da Associação de Consumidores de Produtos Orgânicos do Paraná, deve haver fortalecimento do mercado local e institucional, levando alimentos ecológicos para a maior parte da população, como acontece em outros países. "Estados Unidos e União Européia representam os dois principais mercados, consumindo mais de 90% do que é produzido no mundo. Só a Holanda consome 33% do que o Brasil exporta para a Europa", finaliza. Com isso, o preço dos alimentos - ainda um pouco salgado para os padrões tupiniquins - tendem a cair.
Selo de autenticidade
Para reconhecer um alimento orgânico, fique atenta! Há uma legislação específica (Decreto n°6.323, de 27 de dezembro de 2007), que define os critérios desde a produção até a venda. Por isso é fundamental observar se o mesmo possui o Selo de Garantia de Orgânicos. "A certificação é realizada com periodicidade de dois a seis meses, e verifica se o cultivo e o processamento estão de acordo com as normas", explica Dalrot. Se tudo estiver aprovado, a propriedade poderá gerar outros produtos que receberão o selo de qualidade. "O selo garante a qualidade nutricional e biológica do alimento", alerta Bruna Murta.
“Algumas frutas são inibidoras de apetite. É o caso do suco de melancia, que possui bastante minerais e mata a vontade de comer doce”
Ao consumir, dê preferência às frutas da estação, por estarem mais maduras. Senão, opte pela polpa. A razão é simples, quando a fruta é colhida ainda verde, ela perde parte de suas propriedades nutritivas. Já a polpa é sempre tirada de um fruto maduro. Logo que é extraída, ela é congelada, e o congelamento preserva suas vitaminas. Você estará ingerido um alimento com maior valor nutricional.
Para conservar ainda mais as propriedades das frutas, consuma os sucos assim que ficarem prontos. Não armazene na geladeira para beber depois. Sucos ingeridos imediatamente depois de serem feitos contêm cerca de 95% do valor alimentício da fruta ou hortaliça.
Frutas ou verduras?
Quando se pensa em suco, logo vem à cabeça as frutas. No Brasil, a variedade é imensa - das tradicionais maçã, banana e abacaxi aos sabores mais peculiares como taperebá, serigüela e araçá, e outras frutas no Norte e Nordeste do país. Mas é possível também fazer sucos apenas com hortaliças. E com uma grande vantagem: as bebidas de vegetais possuem baixas calorias e são praticamente sem gorduras. A digestão, por causa das fibras, é mais demorada, dando a sensação de saciedade por mais tempo.
Se os sucos de folhas não inspiram o seu apetite, que tal misturá-las com as frutas? Fica muito mais nutritivo! Para se ter uma idéia, os vegetais verde-escuros possuem alto poder antioxidante em seus componentes fitoquímicos. Além disso, contêm clorofila que ativa a circulação sanguínea e aumenta a disposição diária. Ela combate, ainda, a queda de cabelos e retarda a chegada de fios brancos. É bom para evitar anemias, ativar a memória e tonificar os músculos.
As misturas são bem-vindas, mas é preciso atenção. "Alguns sucos têm bastante valor calórico, pois concentram energia na frutose (açúcar das frutas). O de laranja, por exemplo, é extremamente calórico. Ele eleva o nível de açúcar no sangue e por isso não é recomendado para diabéticos e obesos. Ao contrário das frutas in natura, nos sucos há uma perda de fibras e conseqüentemente o açúcar fica mais concentrado", revela a nutricionista Maribel Melos.
Para conservar ainda mais as propriedades das frutas, consuma os sucos assim que ficarem prontos. Não armazene na geladeira para beber depois. Sucos ingeridos imediatamente depois de serem feitos contêm cerca de 95% do valor alimentício da fruta ou hortaliça.
Frutas ou verduras?
Quando se pensa em suco, logo vem à cabeça as frutas. No Brasil, a variedade é imensa - das tradicionais maçã, banana e abacaxi aos sabores mais peculiares como taperebá, serigüela e araçá, e outras frutas no Norte e Nordeste do país. Mas é possível também fazer sucos apenas com hortaliças. E com uma grande vantagem: as bebidas de vegetais possuem baixas calorias e são praticamente sem gorduras. A digestão, por causa das fibras, é mais demorada, dando a sensação de saciedade por mais tempo.
Se os sucos de folhas não inspiram o seu apetite, que tal misturá-las com as frutas? Fica muito mais nutritivo! Para se ter uma idéia, os vegetais verde-escuros possuem alto poder antioxidante em seus componentes fitoquímicos. Além disso, contêm clorofila que ativa a circulação sanguínea e aumenta a disposição diária. Ela combate, ainda, a queda de cabelos e retarda a chegada de fios brancos. É bom para evitar anemias, ativar a memória e tonificar os músculos.
As misturas são bem-vindas, mas é preciso atenção. "Alguns sucos têm bastante valor calórico, pois concentram energia na frutose (açúcar das frutas). O de laranja, por exemplo, é extremamente calórico. Ele eleva o nível de açúcar no sangue e por isso não é recomendado para diabéticos e obesos. Ao contrário das frutas in natura, nos sucos há uma perda de fibras e conseqüentemente o açúcar fica mais concentrado", revela a nutricionista Maribel Melos.
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